domingo, 9 de setembro de 2018

Vai ir ao supermercado?





Hoje vou ensinar 10 dicas na hora de fazer as compras: 
1.   Nunca vá ao supermercado com fome! Você vai querer comprar tudo que ver pela frente.
2.   Vá com uma lista de compras! Planeje seu cardápio antes de ir ao supermercado.
3.   Compre o necessário! “ Legumes, frutas e verduras sempre estragam na geladeira! Então você não está se planejando direito.
4.   Procure frutas, verduras e legumes da estação. Dessa forma há menos agrotóxico nelas e mais vitaminas!
5.   Leia o rótulo dos alimentos! Compare produtos do mesmo gênero. Compare quantidades de açúcares, quantidades de gordura, quantidades de sódio, que não seja somente o preço o influenciador na hora da compra.
6.   Prefira os alimentos in natura! Evite os industrializados e ultraprocessados. Nada de suco de caixinha, quer tomar suco? Compre a fruta! Sem exagero! 
7.   Abuse nas especiarias! Nada de temperos prontos, aquels caldos de galinha, sal temperados, compre temperos secos. Mude, renove, promova o sabor das suas preparações. 
8.   Vá com uma garrafinha de água na mão! É sério!!! Você vai andar, procurar por produtos. Além de se hidratar, não correra o risco de confundir a fome com sede!
9.   Foco no seu carrinho de compras!!! Sim, olhe o que tem nele, é o que você deseja para sua saúde? O foco deve ser sempre suas compras.
10.               Leve seu filho ao supermercado! Oi? Sim, pode levar. Mas certifique-se de todos comam antes. Essa dica vai contra tudo que você procurar na internet, calma, vamos explicar: Eduque seu filho hoje, para que no futuro ele não tenha que se reeducar. Não só na alimentação, em tudo na vida. 

Arroz com feijão: a combinação perfeita





Arroz com feijão é unanimidade no prato dos brasileiros! Mesmo para os paladares mais sofisticados, tem uma hora na vida que nada parece ser mais apetitoso do que um belo prato de arroz (integral, então!) com feijão. Oh dupla maravilhosa, rica, saudável, saborosa e tudo de bom!
O arroz e o feijão têm uma química de dar inveja a qualquer casal de novela das oito. A combinação do arroz integral com feijão é rica em fibras e proteínas. Pois é, e os dois são muito mais saudáveis se consumidos juntos em vez de separados. Isso porque a combinação do arroz com feijão faz com que o organismo consiga digerir todas as vitaminas e nutrientes presentes nos vegetais. A proporção ideal, recomendada pelo Ministério da Saúde, é de uma porção de feijão para duas de arroz.
Os dois possuem carboidratos complexos, que demoram mais tempo para serem digeridos e por isso causam maior sensação de saciedade, e vão liberando energia aos poucos.
Benefícios e propriedades do arroz integral:
§  É uma riqueza em vitaminas do complexo B
§  Ajuda a reduzir o colesterol ruim
§  Faz muito bem aos músculos, inclusive ao coração
§  Traz benefícios para o sistema nervoso e para o aparelho digestivo
§  Melhora o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas
§  Melhora a saúde da pele
Benefícios e propriedades do Feijão
§  É uma fonte de vitaminas do complexo B (B1, B2, B3 e B9)
§  É riquíssimo em proteínas e minerais, como ferro, fósforo, potássio, cobre, cálcio, magnésio e zinco
§  É rico em fibras e faz bem para o intestino
§  Ajuda a cuidar do sistema nervoso
Gente, arroz com feijão é ‎comida de verdade, é brasilidade pura e da melhor! Se engana quem pensa que um bom prato de arroz e feijão atrapalha a dieta e faz engordar. Muito pelo contrário, a combinação é fonte de fibras e aumenta a sensação de saciedade, evitando a ingestão de doces e outros alimentos. Arroz e feijão juntos possuem uma proteína que é semelhante à proteína da carne. É uma ótima combinação e com muitos benefícios nutricionais. Por serem ricos em carboidratos, ajudam a dar energia e reduz a vontade de ficar 'beliscando'. E as fibras presentes no feijão fazem com que ele 'inche' dentro da barriga, garantindo a saciedade.

Alimentação Low Carb




Se você é uma pessoa que costuma pesquisar na internet sobre alimentação saudável, emagrecimento, dietas e estilo de vida, com certeza já deve ter lido muitas coisas sobre a alimentação Low Carb e você ficou se perguntando se essa estratégia realmente funciona e se ela pode ser benéfica à sua saúde.
Apesar de estar em alta, é uma estratégia usada há muitos anos e bem embasada cientificamente. E traz inúmeros benefícios para a saúde, que vão muito além da estética.  Sim, você pode perceber que cada vez mais profissionais indicam essa estratégia alimentar. Já é consenso mundial que, ao aplicar de forma inteligente os princípios dessa alimentação, os benefícios são inúmeros.
Mas Low Carb não é comer só proteínas! Tem gente que ainda pensa que é assim! Aliás, as proteínas permanecem intactas nesse estilo alimentar. Não são aumentadas!
O segredo, portanto, é dosar a quantidade de carboidratos, proporcionalmente aumentando o consumo de gorduras naturais, que entram como o macronutriente, fonte de energia.
Essa medida promove equilíbrio num hormônio chamado insulina (que é constantemente disparado quando consumimos muito carboidratos, especialmente os refinados), que nos impede de queimar gordura com eficiência.
Agora que você já sabe qual é a base da alimentação Low Carb, deve estar se perguntando por que ela pode ser uma boa opção para você. Primeiro, devemos lembrar que cada pessoa tem características únicas e o organismo pode reagir de maneiras distintas em cada caso. Mas, de um modo geral, o estilo de vida Low Carb pode trazer uma série de benefícios.
Com o menor consumo de alimentos processados e refinados e o aumento da ingestão de vegetais e gorduras saudáveis, é bem provável que você experimente um equilíbrio de peso. Com a regulação dos níveis de insulina, as chances de isso acontecer são ainda maiores.
O açúcar refinado e os alimentos que levam as farinhas refinadas são grandes vilões para quem tem predisposição para o desenvolvimento de diabetes, já que aumentam os níveis de insulina no organismo. Na alimentação Low Carb, há controle espontâneo e natural de tudo isso.
Se você se interessou pela alimentação Low Carb e seus benefícios e quer testá-la em seu dia a dia, eu posso lhe ajudar! 

A importância do sono e a obesidade




A obesidade na população adulta está crescendo de maneira desenfreada, atingindo cerca de 40% da população. Há uma associação bem estabelecida de curta duração do sono (<7hrs) e obesidade. No contexto da restrição do sono, há uma regulação ascendente de vias de recompensa, prazer e saliência em resposta a estímulos alimentares. Estes predispõem um para escolher alimentos com alto teor de gordura e alto teor de carboidratos e assim aumentarem as ingestões de energia em geral. As diretrizes da National Sleep Foundation recomendam 7-9 h de sono por noite para adultos de 18 a 64 anos. Um sono menor que 6h pode comprometer a saúde e o bem-estar.
 A privação do sono pode causar desregulação dos hormônios leptina e grelina, levando a um aumento na ingestão energética, o que leva a obesidade. Consequências negativas para a massa muscular durante padrões alterados de sono e alimentação também são observados, efeitos causados pela resistência periférica a insulina, aumento do cortisol basal e redução da concentração de outros hormônios anabólicos.          O processo de restrição de sono ocasiona diversas alterações no equilíbrio metabólico, sendo as principais, a desregulação de peptídeos ligados à ingestão alimentar, aumentando o apetite a ingestão de alimentos.
Portanto, quando o indivíduo fica acordado mais tempo, aumenta a ingestão alimentar, altera a produção circadiana de hormônios, sobretudo cortisol, aumentando a atividade do eixo hipotalâmico- hipofisário. Então, procure dormir mais que 7 horas diárias.


A Barriga perfeita




            Não existe “barriga perfeita” sem dieta e exercício, certo? Não é bem assim! Dieta e exercícios são rotinas essenciais para tal, mas o componente fundamental está debaixo dos tecidos corporais do que conhecemos como abdômen: o bom funcionamento do seu intestino!        

            Tratado por muitos como órgão coadjuvante menor, o nosso intestino deve ser tratado como protagonista chave para os processos metabólicos necessários acontecerem. O treinamento para hipertrofia recruta (e isso é necessário para gerar as adaptações) metabólitos inflamatórios.
            Tratado por muitos como órgão coadjuvante menor, o nosso intestino deve ser tratado como protagonista chave para os processos metabólicos necessários acontecerem. O treinamento para hipertrofia recruta (e isso é necessário para gerar as adaptações) metabólitos inflamatórios.
            Tratado por muitos como órgão coadjuvante menor, o nosso intestino deve ser tratado como protagonista chave para os processos metabólicos necessários acontecerem. O treinamento para hipertrofia recruta (e isso é necessário para gerar as adaptações) metabólitos inflamatórios.
            Exercícios aeróbicos também são responsáveis pela liberação de radicais livres oxidativos. O resultado de seu treino só aparecerá se as moléculas responsáveis para o combate a estes vierem de uma dieta equilibrada e muito bem absorvida. As enzimas antioxidantes só funcionam na dependência de micronutrientes como cobre, zinco, selênio, vitamina B2, E e C. Também macronutrientes, como os Ácidos graxos ômega-3, são fundamentais nesse processo.                        Mas tudo isso só têm efeito se a mucosa e as células intestinais estiverem saudáveis. Se Inflamadas pela má alimentação (carente de fibrasminerais e vitaminas e o excesso de processados) haverá um aumento de produção de endotoxinas e da permeabilidade intestinal, levando a absorção de macromoléculas e imunocomplexos que aumentarão o estresse oxidativo em seu metabolismo gerando diversos distúrbios, como, por exemplo, a disbiose e baixa imunológica.                         Um intestino saudável e íntegro é a chave para quaisquer que seja seu objetivo como praticante de atividade e exercícios físicos, seja performance,  seja estético. A barriga perfeita é fruto do perfeito funcionamento dele. O seu tanquinho, literalmente, é esculpido de DENTRO PRA FORA!! 


Alergia alimentar


          
     Alergia alimentar é a denominação utilizada para qualquer reação anormal à ingestão de alimentos ou aditivos alimentares independente da sua causa, que envolvem mecanismos imunológicos resultando em grande variabilidade de manifestações clínicas.                                                                                        

           Devido ao desenvolvimento tecnológico e as mudanças nos hábitos alimentares, tem-se aumentado a exposição da população à uma grande variedade de aditivos e contaminantes, principalmente nos alimentos processados, e isso vem criando um microambiente no intestino que favorece o desenvolvimento de reações adversas as quais vêm se tornando um problema de saúde em todo o mundo e está associado a um impacto negativo significativo na qualidade de vida.   

            Os alimentos mais citados como causadores de alergias alimentares são: leite, ovos, amendoim, castanhas, camarão, peixe e soja. A relação de doenças autoimunes, alterações gastrointestinais, dermatológicas, respiratórias, distúrbios neurológicos e endócrinos com alergia alimentar já tem sido mostrada em diversos estudos.
            As manifestações sistêmicas mais conhecidas são: dor abdominal, abdômen com a sensação de estufado, edema de lábios, urticária, náuseas, vômito, diarreia, edema de glote e de laringe, dispneia, síncope, dor torácica, arritmia, confusão mental, sonolência, convulsões perda de consciência, entre outros.
            O tratamento do paciente alérgico consiste na exclusão do alimento identificado por causar sintomas. Mas vale ressaltar que esse diagnóstico deve ser realizado pelo profissional de saúde habilitado que, no caso, é o médico. Igualmente é necessário o acompanhamento com um nutricionista para adequar a alimentação do indivíduo como forma de prevenção e tratamento do quadro sintomático, também para evitar possíveis deficiências nutricionais. 
            Se você sente inchaço abdominal sem motivo ou algum dos outros sintomas venha conversar comigo e vamos descobrir a causa e resolver!!     

Obstipação intestinal eu sofro disso?



Dizer que o indivíduo tem obstipação intestinal é quando ele apresenta dores ao evacuar, fezes ressecadas, quantidade ou frequência de defecação reduzida. Essa condição pode estar associada à não resposta ao reflexo de evacuação, sedentarismo, efeitos colaterais de medicamentos, tensão nervosa, viagens, doenças do trato gastrointestinal, ansiedade e principalmente dieta pobre em fibras.
A nutrição tem como objetivos favorecer estímulo da peristalse, aumento da massa fecal, além de retenção de líquidos pelas fezes, favorecendo a evacuação.
Para evitar episódios de obstipação é necessário que se tenha uma dieta rica em fibras e com boa ingestão hídrica. Mas o que seria uma dieta rica em fibras? Uma dieta rica em fibras é que aquela que ao longo do dia o indivíduo consiga atingir: entre 25g e 30g de fibras.
Você sabe como atingir esta quantidade ao longo do dia? De uma forma simples e fácil de conseguir, inclua em sua dieta, alimentos integrais como arroz e macarrão, consuma 3 porções de fruta ao dia, no almoço capriche na salada de folhas, no desjejum inclua uma colher de sopa de aveia.
E não se esqueça da água. Para evitar episódios de obstipação é importante seguir algumas orientações como: evite recorrer a laxantes sem orientação de um profissional, evite alimentos refinados, aprenda a ler o rótulo, se um alimento diz que ele é integral, seu primeiro ingrediente deve ser a fibra (aveia, farinha integral, chia, linhaça...).